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Em sabatina, Flávio Bolsonaro segue sem explicar contrato com Vorcaro: “Relação privada”

O candidato à Presidência da República voltou a comentar que não houve dinheiro público envolvido no financiamento do filme “Dark Horse” por parte do Banco Master

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O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), em sabatina no Jornal Nacional, na sexta-feira (28), segue sem explicar o contrato com o banqueiro Daniel Vorcaro, para o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre o seu pai, pelo Banco Master. De acordo com o presidenciável, não houve dinheiro público envolvido no financiamento da obra. Ele destacou ainda se tratar de uma relação privada.

Segundo Flávio, não há “absolutamente nada de errado” em ter buscado Vorcaro para bancar o filme. “Esse foi um patrocínio, não teve nenhuma transferência para Flávio Bolsonaro”.

A Polícia Federal (PF) apura suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro nos negócios envolvendo Dark Horse.

Dentre os pontos da investigação, a PF busca se houve vantagem indevida em razão da função pública de Flávio. O Código Penal, no artigo 317, dispõe sobre o ato de “solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida”.

Pedido para adiar tarifas

Ele também foi questionado sobre carta que enviou ao secretário de Governo dos Estados Unidos, Marco Rubio, pedindo para adiar o tarifaço para depois das eleições. Na resposta, Flávio se esquivou sobre a solicitação para adiar, e não cancelar, e afirmou ter sido o único agente público brasileiro que foi para os EUA “para defender o Brasil”.

Segundo o candidato, a investigação por parte do Governo de Donald Trump já estava concluída, e por isso, ele iria implementar as tarifas. Esse teria sido o motivo para que o pedido fosse para adiar, não para cancelar.

Anistia aos envolvidos na trama golpista

Ainda durante a entrevista, o candidato reafirmou que vai anistiar os envolvidos na trama golpista e no 8 de janeiro de 2023. Dentre os anistiados, estaria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com o senador, o julgamento foi uma “farsa” e que o seu pai foi “julgado pelos inimigos”.

Cola na mão

Na sabatina, Flávio levou uma “cola” na palma da mão, recurso utilizado pelo seu pai quando candidato em 2022.

Na sua mão, o senador escreveu “Mudança”, “Futuro” e “7/set”. Apesar de ter escrito as palavras, ele não utilizou ou fez menção a qualquer uma na entrevista.

A informação é do site Opinião CE.

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