O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, acompanhou a abertura de sua seção eleitoral e votou logo em seguida na manhã deste domingo (25), em Brasília.
Desse total, mais de 136 milhões são obrigados a votar e pouco mais de 22 milhões podem votar se assim desejarem. O ministro chegou à seção eleitoral no Lago Sul, bairro da capital federal, antes mesmo das 8h, horário previsto para o início da votação.
Ele acompanhou a emissão da zerésima da seção, relatório oficial que comprova que não há nenhum voto pré-computado ou registrado no sistema de totalização e nas urnas eletrônicas antes do início da votação. Logo depois, perto da abertura da votação, concluiu o voto.
Nunes Marques nasceu em Teresina (PI), e permanece com domicílio eleitoral na cidade. No entanto, nas eleições deste ano, pediu voto em trânsito para votar em Brasília.
Além de Nunes Marques, outros cinco ministros da Suprema Corte também votam em Brasília.
Nunes Marques à frente do TSE
A condução do segundo turno das eleições presidenciais no TSE foi marcada pela atuação central de Nunes Marques. Em meio ao acirramento da disputa entre as candidaturas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao expressivo volume de ações protocoladas, a gestão do magistrado concentrou esforços no aumento da capacidade de processamento do tribunal.
Para conter o afunilamento de demandas, Nunes Marques ampliou o calendário de sessões virtuais do plenário dedicadas aos processos de propaganda para três reuniões semanais, além de reforçar a equipe de juízes auxiliares responsáveis pela fiscalização dos conteúdos eleitorais.
Em paralelo ao reforço na estrutura operacional, o presidente do TSE buscou interlocução direta com os comitês das duas chapas presidenciais.
Em reuniões com representantes de ambas as campanhas, o ministro propôs um pacto de autorregulação para a divulgação de conteúdos nas redes sociais e defendeu acordos mínimos para reduzir a sobrecarga de representações enviadas à Corte na reta final do pleito.
Eleições 2026
A abstenção no 1º turno ultrapassou a marca de 33 milhões de eleitores, 21,08% do eleitorado apto a votar, e atingiu o nível mais alto desde 1998.
Esse eleitor, que pode fazer a diferença, qualquer que seja o candidato, pode votar no segundo turno. Para a Justiça Eleitoral, cada turno é um novo pleito e, portanto, faltar ao primeiro não impede que o eleitor vote no segundo.
Espera-se que 158.745.463 brasileiros se dirijam às urnas no pleito deste ano, segundo informações do TSE. O número representa um acréscimo de 2,2 milhões de eleitores em relação ao pleito anterior.
Além do voto para a Presidência, eleitores do Distrito Federal e de cinco estados também decidem o segundo turno para governador: Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Amazonas, Acre e Tocantins.
A informação é do site Opinião CE.

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