O senador Camilo Santana (PT) votou no início da tarde deste domingo (25) no Complexo Ambiental Mirante do Caldas, em Barbalha, no Ceará.
Ele estava acompanhado do prefeito de Barbalha, Guilherme Saraiva, do deputado federal eleito Fernando Santana, e do prefeito do Crato, André Barreto, e de outros apoiadores.
Camilo cumprimentou eleitores e falou sobre a esperança na vitória do presidente Lula (PT), que disputa a reeleição concorrendo com Flávio Bolsonaro (PL).
Estou muito otimista. A gente espera que o povo brasileiro possa acertar hoje e a gente reeleger para a quarta vez o maior presidente da história desse país, Luiz Inácio Lula da Silva.
Ex-ministro do terceiro mandato de Lula e membro da campanha à reeleição, Camilo destacou a movimentação voluntária dos eleitores nas ruas e nas redes sociais entre o primeiro e o segundo turno.
“Muita emoção de votar para garantir que o Brasil continue nas mãos certas, no rumo certo, na mudança segura do brasileiro. Nós, nordestinos, sabemos o que foi o Nordeste antes do presidente Lula e o que é o Nordeste depois do presidente Lula”, afirmou.
Camilo apontou a importância de diminuir a abstenção no segundo turno, principalmente entre o público idoso. Citando o empate técnico nas últimas pesquisas de intenção de voto, o político citou que a eleição vai ser decidida voto a voto.
“É uma diferença tremenda o que significa um país ser governado pelo presidente Lula e um país ser governado por um bolsonarista, como Flávio Bolsonaro, que está envolvido com esquema de corrupção, que não teve coragem de abrir o sigilo”, disse.
FUTURO DENTRO DO PT
O nome de Camilo Santana vem repercutindo nacionalmente nas últimas semanas pelo papel na coordenação da campanha do presidente Lula. Ele foi responsável por protocolar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de quebra de sigilo bancário dos candidatos.
Apoiadores supõem, inclusive, que Camilo seja um dos nomes de sucessão de Lula em caso de reeleição do petista.
O senador não comentou oficialmente sobre os rumores e afirmou estar focado na vitória de Lula.
“Se eu encerrasse a minha vida política hoje, já era um homem realizado pelo carinho que o povo cearense sempre me deu. Duas vezes, governador, senador da república, ministro. Eu passei agora 20 dias longe da minha família. Acabou o primeiro turno, fui para Brasília e só voltei ontem. Mas fiz isso porque acredito no meu país, não quero que meu país seja entregue a fascistas”, afirma.
“Não, nós vamos trabalhar para reeleger o Lula”, respondeu sobre o interesse em eventual disputa nacional pelo PT.
A informação é do site Diário do Nordeste.

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