Um vídeo de Michelle Bolsonaro (PL) durante a votação do segundo turno, neste domingo (25), gerou especulações nas redes sociais. Os internautas passaram a analisar os movimentos dos braços e das mãos da ex-primeira-dama na urna e levantaram a hipótese de que ela teria votado em Lula (PT), em vez de escolher seu enteado, Flávio Bolsonaro (PL).
A discussão ganhou repercussão, nesta segunda-feira (26), especialmente na rede social X (antigo Twitter). A suspeita acontece porque Michelle aparece votando primeiro para governador do Distrito Federal. Sua candidata, Celina Leão (PP), tinha o número 11, ou seja, apertava a mesma tecla duas vezes, antes de confirmar.
O mesmo deveria acontecer para registrar o 22, número de Flávio, mas na interpretação dos usuários, a ex-primeira-dama age com um movimento diferente com as mãos, faz uma pausa, antes de confirmar.
“Eu não acredito, a Michelle votou 13”, escreveu uma usuária do X.
“Morrendo que ou a Michelle Bolsonaro ou votou 13 ou Anulou KKKKK Ela realmente odeia o Flávio”, escreveu outra pessoa.
“Ela não apertou duas vezes na mesma tecla. Isso foi muito 13”, completou outro usuário.
Apesar da especulação, senadora eleita pelo Distrito Federal estava com broche de Flávio no peito.
Michelle não comentou a teoria até o momento. Antes de sair o resultado da eleição, ela celebrou a vitória de Celina com seus aliados, em vídeo publicado nas redes sociais.
Logo após a confirmação da reeleição de Lula, a ex-primeira-dama escreveu: “Deus, o Senhor é o dono do Brasil. Olharemos para ti”.
Em seguida, compartilhou um outro story, Michelle com uma mensagem de fé: “Os reis passam, os governos mudam, mas o Senhor continua reinando. E é Nele que devemos firmar a nossa esperança.”
Vale lembrar que Michelle e Flávio, no início do ano, tiveram um atrito político justamente por conta da aliança que o PL fez com Ciro Gomes (PSDB) na disputa ao governo do Ceará. A ex-primeira-dama foi contra. Flávio defendeu a escolha das lideranças locais, especialmente a posição do deputado federal André Fernandes.
A informação é do site Opinião CE.

Comentários