A corrida eleitoral começou neste domingo (16) e 13 candidaturas estão inscritas, concorrendo ao cargo de presidente da República. A mais recente é a do empresário Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível até 2032 e ainda terá o seu pedido de registro analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O presidente Lula (PT) busca a reeleição pela coligação “Brasil pronto pra mais”, que tem o PSB, PDT, Federação Brasil da Esperança (PT/PC do B/PV) e a Federação Psol Rede. Geraldo Alckmin (PSB) é o vice. As outras 12 candidaturas são avulsas, ou seja, sem composição com outros partidos.
Seguem todos o candidatos:
- Avante (70): presidente Escritor Augusto Cury e vice-presidente Júlio Delgado;
- Democracia Cristã (27): presidente Clariana Barão e vice-presidente Fabiana Torquato;
- Democrata (35): presidente Veterinário Wilson Grassi e vice-presidente Suêd Haidar;
- Missão (14): presidente Renan Santos e vice-presidente Coronel Medina;
- Novo (30): presidente Romeu Zema e vice-presidente Eduardo Girão;
- PCB (21): presidente Edmilson Costa e vice-presidente Cleusa Santos;
- PCO (29): presidente Rui Costa Pimenta e vice-presidente Antônio Carlos;
- PL (22): presidente Flávio Bolsonaro e vice-presidente Alfredo Gaspar;
- PRTB (28): presidente Pablo Marçal e vice-presidente Leonardo Avalanche;
- PSD (55): presidente Ronaldo Caiado e vice-presidente Gilberto Kassab;
- PSTU (16): presidente Hertz Dias e vice-presidente Vanessa Portugal;
- UP (80): presidente Samara Martins e vice-presidente Raquel Brício;
- Coligação “Brasil pronto pra mais” (13): presidente Lula e vice-presidente Geraldo Alckmin.
Em relação a Marçal, sua entrada na disputa eleitoral se dá após uma limitar autorizá-lo a deixar o União Brasil e retornar ao PRTB, seu antigo partido. O empresário preencheu e assinou a ficha de filiação ao PRTB em 4 de abril de 2026, com o “devido deferimento pela presidência nacional da agremiação”.
Apesar de atender provisoriamente as exigências da legislação eleitoral, Marçal segue inelegível até 2032. Ele foi condenado por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha de 2024, onde concorreu à Prefeitura de São Paulo. Por isso, o deferimento de sua candidatura ainda será analisado pelo TSE.
A informação é do site Opinião CE.

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